O verdadeiro som das lembranças é ritimado e doce. Como as boas lembranças que tive antes da Alvorada...
Antes das minhas limitações me levarem ao meu verdadeiro caos, e antes de me tornar quem eu sou em totalidade.Eu sou o que sou e jamais serei quem tu queres. Sou o espelho de mim mesmo refletido no lago onde dorme a india mãe do tempo...
Onde eu embalo o meu canto de tristeza e solidão entre o vento e o tempo.E onde o vento carrega a minha história pra onde quer que ele vá.Que o meu som rasgue os quatro cantos do infinito e atravesse as barreiras das quatro dimensões e realidades paralelas, onde quer que eu vá, que eu seja som e que o som seja eu...
E quando pensarem que estou morto, estarei no mais lindo lago longínquo da Aldeia Grande. Em alegria e amargura tão profunda que nenhum sábio jamais alcançará o meu conhecimento...
Se passo é lento por entre a beirada do abismo, então pare e observe as belezas do vale...

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